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Novo estudo diz que cigarros eletrônicos possuem menos de 1% do risco de câncer dos comuns

 

Os cigarros eletrônicos já eram considerados pelo menos 95% mais seguros do que os cigarros tradicionais de acordo com um estudo realizado pelo governo da Inglaterra (leia o artigo aqui) desde Agosto de 2015, mas agora um novo estudo clínico desenvolvido pelo Dr. William Stephens da Universidade de St. Andrews na Escócia afirma que os cigarros eletrônicos são ainda mais seguros, chegando a apresentar menos de 1% dos riscos de desenvolver câncer quando comparados com os cigarros convencionais.

Isso significa que os cigarros eletrônicos possuem os mesmos riscos de causar câncer a seus usuários que os tratamentos já existentes e amplamente aprovados de reposição de nicotina como gomas de mascar e adesivos.

Apesar da boa notícia, o doutor relembra sobre os cuidados na utilização dos aparelhos para evitar a produção de aldeídos nos “dry-hits”, quando os aparelhos são usados com potências muito altas ou quando o atomizador está montado de forma incorreta, provocando a queima do algodão e não a vaporização do líquido, gerando compostos químicos, mas isso está exclusivamente atrelado à má utilização pelo usuário.

O Dr. Michael Siegel da Universidade de Boston, professor do Departamento de Ciências da Saúde Comunitária, com 32 anos de experiência no campo de controle do tabaco, escreveu em seu blog:

Este estudo deve descartar quaisquer dúvidas dentro do movimento de controle do tabaco sobre o quanto o vapor reduz os riscos à saúde quando comparados aos cigarros convencionais

Numerosos grupos anti-tabaco e departamentos de saúde têm repetidamente alardado que o vapor não é menos nocivo do que o fumo, mas essa declaração é falsa e o presente estudo adiciona significativa evidência à substancial quantidade de informação que já existe mostrando que o vapor é monumentalmente mais seguro do que fumar.

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