Guia de compra do primeiro cigarro eletrônico


Artigo atualizado em 01/04/2018

Quer parar de fumar com o cigarro eletrônico, mas não sabe o que comprar? Este guia vai lhe ajudar na sua primeira compra.

Antes de mais nada, é preciso que você entenda que o cigarro eletrônico é um processo que envolve uma mudança radical de hábito e postura em sua vida e como todo processo deste tipo é preciso de um pouco de paciência, vontade e comprometimento de sua parte.

O objetivo é parar de fumar, portanto queremos fazer tudo certo e fazer um bom investimento não apenas em valores, mas em equipamentos que funcionem e sejam ideais para o seu caso. Algumas pessoas desistem porque acham muito complicado ou porque não se satisfazem com o vapor, queremos evitar que isso aconteça, pois o vapor funciona e muitas vezes de forma mais fácil do que se imagina.

A melhor forma de ajudá-lo é lhe dar todas as opções possíveis, explicar o máximo sobre elas e deixar que você tome a sua decisão, que pode obrigá-lo a ler bastante, mas não há outra forma, lembre-se que o investimento é pequeno perto do ganho com sua saúde.

Infelizmente a legislação atual definida pela Anvisa não permite a comercialização desse tipo de produto no Brasil, portanto não poderei lhe informar onde comprar, mas a boa notícia é que isso é fácil de descobrir nas mídias sociais, então se ainda não faz parte de nosso grupo de Facebook, peça acesso agora mesmo!

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O aparelho


O aparelho que você vai escolher irá definir o restante de suas compras (baterias, acessórios, etc). Comprar um aparelho que precise de baterias lhe obrigará a comprar também as próprias baterias e preferencialmente um carregador, comprar um kit torna sua vida mais fácil, mas nem sempre existe a disponibilidade do aparelho e lembre-se que se a bateria do aparelho estragar, você só poderá trocá-la se tiver conhecimentos de eletrônica, solda, etc, o que também não é nada absurdo e pode ser feito tranquilamente, mas não deixa de exigir mais conhecimento.

Os principais pontos que você vai acabar tendo que levar em conta são:

  • Estética e ergonomia: Cada vez mais percebo que a questão estética e principalmente a ergonomia, a “pegada”, formato, peso e design dos aparelhos influenciam e muito na escolha e no sucesso de aceitação do vapor. Aparelhos grandes e pesados podem não ser para você, enquanto aparelhos pequenos e frágeis agradem. Leve isso em consideração pois será muito ruim você ter um bom aparelho em mãos que não lhe trás satisfação ao usá-lo. Uma das coisas mais normais é que as pessoas se surpreendem com o tamanho dos aparelhos, pois eles são menores do que parecem.
  • Tecnologia: Hoje praticamente todos os mods possuem controle de temperatura, saiba mais sobre isso neste artigo. A moda já passou pelos aparelhos touchscreen e atualmente tem se voltado para os pods, aparelhos compactos que entregam uma potência menor, mas utilizam líquidos com uma nicotina especial que mais se aproxima do cigarro. Fora isso, os aparelhos mais comuns são praticamente nivelados quanto à tecnologia da forma de vaporar.
  • Facilidade: Existem pessoas que querem um aparelho para ligar e sair utilizando e não se importam e talvez nem queiram nada mais além disso. Fazer resistências, criar receitas de juices, entender como as coisas funcionam, nada disso, querem algo descomplicado e existem aparelhos que são indicados exatamente para estes casos.

O que é preciso?


Você precisará basicamente de 5 coisas:

  1. Um aparelho também conhecido como MOD: É o dispositivo que irá unir tudo num conjunto só. Um aparelho mais moderno poderá lhe oferecer mais potência e consequentemente um vapor mais quente, além de recursos de segurança e até alguns puramente cosméticos como mostrar a hora, dia, quantas baforadas você deu, etc. Por outro lado, um aparelho mais simples pode facilitar a sua vida, tirou da caixa, colocou o líquido, começou a usar.
  2. Um atomizador ou tanque: Dependendo do modelo do atomizador ou tanque você terá maior compatibilidade com as potências mais altas de mods mais potentes, além de uma produção maior de vapor e/ou sentirá mais sabor em seus líquidos. Também podem ter maneiras mais fáceis para se refilar (colocar mais líquido para consumir) ou ainda facilitar a substituição das resistências, algodão, etc para deixar o aparelho pronto para ser usado novamente (caso você mesmo reconstrua suas resistências). Também são responsáveis pelo estilo do vapor, mais “aberto” ou mais “fechado”.
  3. A resistência: também conhecida como COIL, é literalmente uma resistência minúscula igual a de um chuveiro, que pode ser feita de vários materiais como o fio de Kanthal, Níquel, Aço Inoxidável, Titânio, etc. É ela a responsável por esquentar e transformar seu líquido em vapor. Quem esquenta ela é o MOD que por sua vez usa a bateria para ter energia para fazer isso. É essa resistência que você pode refazer por si mesmo, mas necessita do conhecimento da lei de ohms (nada complicado, mas importante) e um pouco de trabalho manual. Muitos atomizadores possuem resistências prontas que podem ser adquiridas em separado. Estragou, joga fora e coloca outra. Fica à critério de cada um escolher o que quer.
  4. A bateria: pode muito bem ser interna e vir junto com o MOD, sem possibilidade de trocar (se tiver conhecimento de eletrônica muitas vezes é possível trocá-la) ou ser externa e assim como uma pilha (inclusive o formato é igual, as baterias próprias são apenas mais robustas) pode ser trocada e recarregada.
  5. O líquido: é o produto que você irá consumir. Ali você terá vários ingredientes, dentre eles glicerina, propilenoglicol, essências de sabor e nicotina, com a vantagem de não ter nenhuma daquelas substâncias cancerígenas do cigarro.

OBS: No caso dos pods que citamos anteriormente, as coisas continuam da mesma forma, apenas com tamanho reduzido.

O que você espera de seu cigarro eletrônico?


É muito importante tentar responder a esta pergunta antes de fazer a primeira compra, pois uma grande parte da experiência de vaporar e consequentemente trocar o cigarro pelo vapor é obter uma boa experiência no primeiro contato com o aparelho.

Existem dois fatores primordiais para fazer com que um fumante troque o cigarro pelo vapor.

O primeiro e a mais simples é a experiência física e mecânica de levar algo à boca, puxar e soltar “fumaça”, é o hábito de fumar. Esse hábito deve ser substituído de uma forma que seja satisfatória. O que irá definir isso é o tipo de aparelho escolhido, bem como a forma como é usado (configurações, tipo de líquido, potência, tipo de tragada, airflow, etc). Um fumante que comece usando um aparelho muito potente, que produza muito vapor, pode não se acostumar e até se frustrar, pois o ato não será nada parecido com o ato de fumar.

Da mesma forma, uma pessoa acostumada a fumar narguile, se optar por um aparelho muito compacto que produza pouco vapor, poderá não se satisfazer ao comparar com a produção de fumaça que estava acostumado a obter no narguile.

Em ambos os casos é preciso identificar a necessidade de cada pessoa.

O segundo fator e o mais complexo é saciar o vício químico provocado pela nicotina e isso também (ou principalmente) pode modificar a escolha do tipo de aparelho, pois hoje temos opções que entregam nicotina de formas diferentes.

Até então tínhamos apenas líquidos com nicotina “normal” chamada também de Freebase, cujo processo de manufatura foi inventado pela Philips Morris na década de 60, retirando a nicotina das folhas do tabaco. É esta nicotina que vínhamos consumindo até então em nossos líquidos para cigarros eletrônicos, em suas mais variadas concentrações, que vão de 1mg até 24mg. 

Aparelhos mais antigos e simples precisavam de mais nicotina para contrabalancear a falta de potência, então era comum encontrar líquidos com 16mg a 24mg de nicotina. Com o advento de aparelhos mais potentes, a concentração média caiu muito e hoje temos algo em torno de 3mg a 6mg em média, chegando a no máximo 9mg, pois com sistemas de coils duplas, aparelhos que atingem mais de 200 watts e atomizadores com grande airflow, tudo isso gera muito maior vaporização dos líquidos e consequentemente mais nicotina é consumida, portanto não há necessidade de uma concentração muito alta.

À titulo de comparação, uma carteira ou maço de cigarro informa que cada cigarro, em média, possui 1.2 mg de nicotina, portanto temos em um maço um total de 20 x 1.2 = 24mg. Mesmo que uma pessoa consuma 1 maço por dia com esta dosagem e outra pessoa consuma 1 frasco de 30ml de e-liquid por dia que contenha a mesma quantidade de 24 mg de nicotina, a absorção ainda assim será totalmente diferente entre elas, pois no vapor ela é muito menor.

Vale a pena lembrar que o cigarro leva apenas 50 segundos para entregar a nicotina ao cérebro, não há nada que se compare a isso.

Porém agora temos outra alternativa, chamada de “Nic Salt”, é uma nicotina feita também à partir das folhas de tabaco, mas através de um processo diferente. Sem entrar muito no mérito, pois não é objetivo deste artigo falar em profundidade sobre a Nic Salt, basta dizer que ela em sua forma comercial promete entregar nicotina mais rapidamente ao organismo do que a nicotina Freebase, criando uma sensação de absorção mais próxima do cigarro e saciando mais rápido com menos tragadas.

A quantidade de nicotina dos líquidos com Nic Salt fica entre 30mg e 50mg normalmente, mas estes valores também não podem ser diretamente comparados com o que temos nos cigarros convencionais, pois novamente a absorção não é a mesma. Porém, devido à concentração muito maior do que a nicotina Freebase, a Nic Salt desta forma só pode ser consumida em sistemas menos potentes, como os pods que veremos à seguir.

Temos um artigo que trata sobre a escolha da nicotina nos líquidos para cigarros eletrônicos, mas ainda assim não há uma fórmula exata e indicamos que ao comprar seus líquidos, compre com uma quantidade pequena de nicotina e vá aumentando conforme sinta necessidade e não o contrário, para evitar um consumo de mais nicotina do que seu organismo precisa.

Seja como for, acredito que podemos dividir o mundo do vapor em 4 grupos específicos:

Grupo 1 – Pods

Relativamente novos, os pods são aparelhos compactos que possuem baixa potência e pouca autonomia, mas compensam estes fatores com a utilização de líquidos com a Nic Salt que já comentamos acima.  É um tipo de aparelho que está sendo muito popular nos EUA e entrando agora no mercado brasileiro.

O tipo de tragada destes aparelhos é “fechada”, com grande resistência de ar, o que quer dizer que imita muito o cigarro e não é uma tragada solta como seria em um narguile. Por este motivo é muito indicado como primeiro contato do fumante que deseja parar de fumar.

Exemplos destes aparelhos: Juul, My Jet, Limitless Pulse, Suorin Drop e Air. 

Grupo 2 – AIO (All In One)

A sigla AIO significa “All In One” ou “Tudo em um só”. São kits que incorporam bateria, aparelho e atomizador em um único aparelho mais compacto. As vantagens são: menor preço e facilidade de manuseio sem preocupação com muitas configurações. As desvantagens são em geral a limitação destes aparelhos em questão de atomizadores e acessórios (muitas vezes não é possível usar outro tipo de atomizador) deixando você preso à comprar produtos especificamente desenvolvidos para aquele modelo de aparelho.

Existem aparelhos estilo caneta, super simples, quase descartáveis, normalmente encontrados em tabacarias e que não são exatamente indicados por serem de péssima qualidade como os famosos CE5 (apresentados em cartelas de plástico junto com um juice misterioso que provavelmente terá um sabor horrível), Evods (praticamente todos falsos) e Spinners (também falsos). Apesar disso, ainda são uma espécie de primeiro contato com o vapor que pode ser benéfico, mas que normalmente acaba sendo jogar dinheiro fora.

Os AIO mais indicados são aparelhos originais de empresas conceituadas, normalmente em formato caneta ou cilíndrico, pois é uma das soluções mais simples e design mais aceito.

Possuem também uma tragada mais “fechada”, mas não tanto quanto os pods, pois os AIO normalmente produzem mais vapor e possuem maior potência. Por este motivo é indicado a utilização de líquidos com nicotina normal. Se for utilizada Nic Salt, deve ser usada em concentrações menores, compatíveis com estes aparelhos, pois nos pods a Nic Salt precisa ser muito mais concentrada, enquanto nos AIO ela ficará muito forte se usada igual aos pods.

São exemplos destes aparelhos: Joyetech ATOPACK / Ego Aio, Smok Stick V8 / Stick X8 / Priv V8, Eleaf Ijust 1 e 2 

Grupo 3 – Kits ou mods + atomizadores

Este grupo compõe a esmagadora maioria dos aparelhos utilizados. São mods regulados que utilizam chips para controlar todas as funções dos aparelhos, bem como mecanismos de segurança como controle de potência, inversão de baterias, sobrecarga, acionamento automático, corte de energia, etc. São combinados com atomizadores formando um kit ou podem ser adquiridos avulsos e então ser usados com qualquer outro atomizador. Os kits normalmente apresentam um mod e um atomizador que combina com o aparelho, em design e cor. Há uma infinidade de opções e este é o nicho mais explorado pelas empresas. 

Um exemplo é levar em consideração que o kit Revenger X da empresa Vaporesso apresenta o mod chamado de Revenger X em conjunto com um atomizador modelo NRG, mas nada impede que você troque o atomizador por outro, desde que a rosca seja a mesma de modelo 510, coisa que provavelmente será pois praticamente não se fabricam atomizadores com outro tipo de rosca. Você também pode comprar apenas o aparelho Revenger X e adquirir outro atomizador, de qualquer outra empresa, em separado.

Nestes aparelhos o tipo de nicotina depende do atomizador que irá usar e da potência. Normalmente deve ser usada a nicotina Freebase, mas já há líquidos indicados para potência mais altas baseados em Nic Salt, com concentrações compatíveis.

Outros exemplos de kits: Voopoo Drag + Tank Uforce, Revenger X + NRG, Eleaf Pico + Ello.

Grupo 4 – Mods mecânicos

Aparelhos indicados apenas para usuários avançados, pois são opções sem qualquer chip ou mecanismo de proteção, não são nada mais do que canos ou compartimentos para baterias. Basicamente você terá um cano (porém existem muitos outros formatos) com uma bateria dentro e um botão que fará com que se feche um circuito e a bateria esquente a resistência do atomizador.

Fica sob sua responsabilidade saber o que está fazendo, com risco de acidentes graves como vazamentos ou até explosão de baterias se houver mal uso.  

Não é objetivo deste artigo tratar dos mods mecânicos pois isso requer muito mais informação, então deixamos um link para nosso artigo completo sobre o assunto.

Atomizadores


Já que a esmagadora maioria do mercado é destinado à mods regulados que aceitam atomizadores dos mais variados modelos, sendo eles que efetivamente vão definir a sua experiência com o vapor, já que os mods servem exclusivamente para gerar energia e todos os modelos estão praticamente nivelados em funções e tecnologia, achamos de bom tom nos aprofundarmos nos atomizadores para que você saiba o que poderá encontrar e como isso pode mudar sua decisão de compra.

O atomizador é onde você irá colocar o líquido para transformá-lo em vapor. Também conhecido como “tanque”, “tank” ou somente “atty”. Há algum tempo atrás existiam também os “cartomizadores” que eram refis dos primeiros aparelhos, praticamente descartáveis e em formato de cigarros comuns e os “claromizadores” que eram versões menores e mais simples dos atomizadores atuais, normalmente encontrados nas canetinhas chinesas à venda nas tabacarias e que também são praticamente descartáveis, ambos os modelos caíram em desuso e não são mais indicados.

Hoje em dia com os Pods, os cartomizadores estão voltando à moda, utilizando a Nic Salt como vimos anteriormente.

Constantemente são lançados novos modelos de atomizadores, porém o princípio de todos os modelos é o mesmo, mesmo nos pods que são apenas versões menores e mais compactas do mesmo sistema:

Legenda

  1. Atomizador montado
  2. Tanque do atomizador (dai seu nome tank/tanque)
  3. Resistência
  4. Base do atomizador

A escolha do atomizador é algo que considero extremamente pessoal. Alguns não permitem a reconstrução da resistência, o que lhe tira autonomia de manutenção, mas torna a coisa mais simples exigindo apenas a troca das bobinas, outros possuem a base pequena o que pode dificultar a reconstrução, porém onde falhas podem ser achadas, compensam em outros fatores, como facilidade de refil, produção de mais vapor ou sabor, entre tantas outras considerações que podemos fazer.

A indústria lança um modelo novo praticamente todos os dias, portanto não faltarão escolhas. Acredito também que qualquer atomizador possa ser usado por qualquer pessoa. Tomemos como exemplo uma pessoa novata que deseja parar de fumar. O ideal é que ela compre um sistema que lhe entregue uma sensação mais próxima do cigarro e isso significa uma produção de vapor menor e uma tragada mais fechada e restrita.

Entendo que mesmo um atomizador voltado para uma tragada aberta e grande produção de vapor pode ser adaptado à este iniciante, pois todos os atomizadores permitem que suas entradas de ar possam ser fechadas ou muito restringidas e todo aparelho pode ser configurado para potências baixas, mesmo que ele possa chegar a 200W, isso não significa que você não possa usá-lo com    20 watts. Desta forma toda a experiência se torna mais suave, com menor produção de vapor e uma tragada mais restrita, mesmo que o conjunto de aparelho e atomizador não sejam efetivamente feitos para serem usados desta forma.

Baterias e carregador


Se você optou por um aparelho com bateria externa ou avulsa, é hora de escolhermos ela.

As baterias possuem diversos modelos, fique atento ao tamanho da bateria exigida pelo seu mod. Na esmagadora maioria você irá precisar de baterias modelo 18650 “sem mamilo” ou também chamadas de “flat” pois não possuem o pólo positivo mais protuberante. Porém já temos vários modelos com tamanhos de baterias diferenciados como 26650.

Os modelos 18650 indicados e mais facilmente encontrados nos fornecedores recomendados, na data deste artigo, são: Sony VTC5, VTC5A, VTC6, Samsung 30Q, Samsung 25R, LG HG2.

A bateria é o principal elemento de segurança de um cigarro eletrônico, pois é ela que pode gerar riscos ao usuário. Desde que você utilize baterias confiáveis e saiba como cuidar delas, o risco de acidentes é praticamente zero. A bateria é o elo fraco e aquilo que pode gerar um vazamento químico e uma explosão se não for devidamente utilizada, portanto seguem algumas dicas de segurança essenciais:

  • Cuidado com falsificações, compre de lojas conhecidas e confiáveis.
  • Fuja de baterias de outras marcas que não as indicadas.
  • Se o seu mod utiliza duas baterias utilize baterias “casadas” ou seja, use-as sempre juntas e carregue-as sempre juntas, não as utilize em separado.
  • Seu mod usa apenas uma bateria? Compre duas. Seu mod usa duas baterias? Compre quatro.
  • Nunca deixe seu mod ou suas baterias em locais sem ventilação ou quentes, como um carro exposto ao sol por exemplo. Tampouco guarde baterias soltas em bolsos ou bolsas, baterias em contato com metais, chaves, embalagem metalizada de creme, tudo isso pode vir a causar curtos e provocar acidentes

Compre um carregador próprio, de boa marca. Evite utilizar o próprio cigarro eletrônico para carregar a bateria, porque mesmo que muitos modelos permitam que se faça isso, o investimento necessário para você ter a certeza que suas baterias estão sendo carregadas de maneira correta e principalmente, seu cigarro eletrônico não estará fazendo uma tarefa delicada e que causa stress de carga de energia, é pequeno comparado ao risco que você poderá correr.

Temos um artigo bem completo sobre tudo isso que trata o assunto com os detalhes que ele merece neste link.

E chegamos ao fim


O último item de nossa lista é o líquido e para este eu lhe dou um artigo muito interessante que fala de como produzir seus próprios líquidos para consumo, confira neste link. Existem várias marcas internacionais e nacionais que vendem líquidos prontos, cabendo a você a escolha de sabor e concentração de nicotina, muitos deles analisados aqui no Vapor Aqui em nossa seção Vapor Gourmet.

Sei que muitas dúvidas ainda devem existir, mas este artigo serve mais para lhe dar as informações básicas do que comprar do que efetivamente lhe dizer “compre esse aparelho, esta bateria e aquele tanque”.

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