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Essências importadas vs nacionais

 

Este artigo é indicado para quem já faz seus próprios juices. Se você está pensando em começar, sugiro antes de mais nada conferir os artigos que ensinam os primeiros passos no DIY ou “Do It Yourself” que significa “Faça Você Mesmo”. Aqui no Vapor Aqui temos guias inclusive em vídeo que ensinam tudo o que você precisa saber:

Agora se você é juicemaker sabe que além do propilenoglicol, glicerina e nicotina, utilizamos normalmente essências que são originalmente feitas para a culinária, de marcas como TFA, Capella, Flavor West, dentre outras, todas importadas.

Com o passar do tempo a indústria identificou esse nicho em franco crescimento e passou a desenvolver produtos específicos como sabores de tabaco, retirada de componentes potencialmente nocivos como o diacetil e até criar marcas de essências voltadas primordialmente para o vapor como é o caso da Flavorah.

Temos hoje uma enorme quantidade de marcas de juices comerciais principalmente nos EUA e Europa e a esmagadora maioria utiliza um punhado de marcas já conceituadas que há anos são utilizadas para se produzir juices. Aqui no Brasil, tivemos uma expansão considerável de marcas de juices nacionais nos últimos 2 anos e assim como lá fora, todos as marcas que desejam transmitir qualidade devem usar essências importadas.

Mas o que dizer das essências nacionais? Será que para ter qualidade é preciso obrigatoriamente utilizar essências importadas?

Quando falamos em essências nacionais temos um mercado dividido entre apenas duas empresas, a Arcolor e a Mix. Se existem outras, são muito pequenas para se levar em consideração. Com maior disponibilidade e menor preço, será que vale a pena utilizá-las?

Este artigo vai tentar lançar um pouco de luz sobre o assunto, apresentando minhas impressões sobre um comparativo direto entre essências importadas e nacionais.

Para tanto escolhi testar 3 receitas, uma de essência única sabor de Avelã da marca Arcolor, uma com apenas a essência Hazelnut (que também é avelã) da marca importada TFA – The Perfume’s Apprentice (conhecida também por TPA) e uma terceira receita combinando os sabores Chocolate e Amêndoa ambas também da marca Arcolor, eu queria ver como os sabores se saiam ao ser combinados.

Considero que minhas observações também sirvam em relação às essências da empresa Mix, pois ao pesquisar pude averiguar que ambas possuem produtos muito similares com praticamente as mesmas composições.

Redução de riscos


Um ponto que eu gosto muito de salientar é que não estamos no ramo do “saudável” e sim no de “redução de riscos”. Ecigs não são saudáveis, eles são uma alternativa infinitamente menos prejudicial do que o cigarro, usados para combater o tabagismo como forma de substituição da queima do tabaco, que produz mais de 5 mil substâncias tóxicas. Claro que podem ser utilizados como hobby ou por quem nunca fumou, porém entre usar um ecig e não usar nada, a segunda opção é mais saudável.

Seguindo esta lógica é fácil determinar que essências importadas são mais indicadas que as nacionais simplesmente seguindo estatísticas. As importadas são utilizadas há anos e por milhões de pessoas, portanto já temos um conhecimento suficiente do que elas podem causar ou mais precisamente não causar.

Mas este é um pensamento muito simplista fixado apenas na pura redução de riscos. O que seria de grande parte das inovações do mundo se não houvessem exploradores e aventureiros tentando coisas novas? Então quem sabe estejamos perdendo uma excelente oportunidade só porque “as coisas sempre foram assim” e ninguém ainda tentou inovar? É o que veremos a seguir.

Composição e disponibilidade


Quando se fala em essências nacionais é fácil notar uma reação comum na maioria das comunidades e normalmente ela não é nada positiva. Alguns argumentam que não são indicadas para o vapor por serem baseadas em álcool, outros porque possuem óleos que podem ser prejudiciais aos pulmões, alguns dizem serem muito fracas, outros só acham que não se deve usar e pronto.

Um pouco disso é nosso complexo de Brasil quando automaticamente pensamos que algo nacional deve ser logicamente inferior à algo importado.

As essências importadas como a TFA informam em seu site a composição molecular de cada essência, enquanto aqui no Brasil ficamos no escuro.

As únicas informações que temos são as do rótulo que descrevem a composição como “água, álcool neutro e substâncias aromáticas”.

Tentei entrar em contato com o fabricante Arcolor e enviei a seguinte mensagem: “Gostaria de saber a composição química completa nos produtos de essências culinárias que vocês oferecem.”

Infelizmente a resposta não foi nada satisfatória, tendo uma funcionária da empresa respondido apenas “Não temos autorização para abrir formulação de produtos.”. Quando argumentei que eu gostaria de saber a composição com mais detalhes e expliquei o objetivo do uso, não obtive mais reposta.

Então a grande verdade é que não se sabe exatamente o que tem ali dentro. Já não sabemos o que acontece com o uso prolongado das essências que são usadas há anos no mundo todo por milhões de pessoas, o que dizer sobre essências nacionais que são muito menos utilizadas?

É necessário salientar a presença do álcool neutro listado como produto que exerce “risco à saúde” e cujo alerta é de “inalação do vapor pode causar irritação das mucosas, dor-de-cabeça, náuseas e perda da consciência.” Em todos os locais que eu pesquisei na Internet é informado que não se deve inalar o produto sob riscos graves à saúde.

Isso é bastante preocupante e ponto bem negativo para as essências nacionais.

No quesito disponibilidade as essências nacionais podem ser facilmente encontradas em qualquer loja de produtos para padarias, confeiteiros ou lojas de produtos diversos enquanto as importadas devem ser compradas em sites internacionais que muitas vezes não entregam no Brasil, necessitando o uso de um redirecionador encarecendo bastante o custo ou ainda devendo ser compradas em sites próprios que muitas vezes carecem de estoque e sabores.

Aroma, viscosidade e evaporação


Relembrando que optei por comparar a essência de “avelã” representada pelo sabor “Hazelnut” da TFA com a “Avelã” da Arcolor, além disso também fiz uma receita mista combinando chocolate e amêndoa da Arcolor.

A essência TFA é bem mais viscosa por ser diluída em Propilenoglicol, já as da Arcolor são diluídas em álcool neutro e água, muito mais ralas. Quando estava preparando os juices eu derrubei um pouco de essência de chocolate em minha mão e senti o gelado imediato que o álcool causa. O tom etílico é forte e inclusive fiquei tonto enquanto cheirava os frascos analisando os aromas para este artigo.

O aroma da avelã da Arcolor é bem doce, lembra mais uma bebida alcoólica de avelã do que o fruto propriamente dito, enquanto a da TFA possui um cheiro mais próximo da avelã, com o acréscimo de notas mais complexas como amanteigado e fundo tostado de nozes.

A essência de chocolate não tem absolutamente nada comparado com a coisa real, tem literalmente cheiro de manteiga de cacau daquelas que compramos na farmácia para passar nos lábios.

O sabor de amêndoa não me agradou nem um pouco, é enjoativa e lembra esmalte, é bizarro.

Preocupado com a presença de álcool nas essências nacionais e curioso para saber o quanto isso representa no líquido concentrado, separei 3 ml de cada essência de avelã e coloquei em copos de Becker abertos, armazenados em um armário cujo local é seco e escuro.

Com poucas horas o armário já estava tomado pelo aroma da essência Arcolor. O cheiro dominou qualquer coisa que estivesse lá dentro, parecendo que um vidro de conhaque de avelã havia sido derrubado. Deixei lá por 24 horas e tentei não pensar se aquele cheiro ficaria impregnado para o resto da vida.

Passadas pouco menos de 24 horas o cheiro de álcool do armário diminuiu muito, porém o aroma do líquido da Arcolor ficou ainda mais forte, mas sem o tom etílico, sendo um adocicado forte beirando um licor de chocolate (apesar de ser de avelã).

A essência TFA não sofreu nenhuma evaporação ficando nos mesmos 3 ml aproximados, porém a essência nacional perdeu praticamente 1.4 ml caindo para 1.6 ml dos 3 ml medidos o equivalente a 45% ou seja, quase metade do líquido é álcool, o que traz profundas implicações. Se você vai utilizar este tipo de essência eu sugiro fortemente que deixe o frasco aberto por pelo menos 24 horas ou mais para que esse álcool evapore o máximo possível.

Diversidade de sabores e custo


Enquanto a oferta de essências importadas está na casa das centenas de sabores, as nacionais possuem menos de 30 possibilidades, sendo que alguns sabores dificilmente serão usados para juices como “alho”, “cebola” e “queijo”, se bem que não duvido de nada. Na loja que adquiri as essências para teste havia uma variedade de apenas 10 sabores diferentes.

É preciso lembrar que as essências são um dos itens mais baratos de toda a experiência do vapor e normalmente já significam uma grande economia frente à opção de consumir juices comerciais, estes que custam em média R$ 1,00 para cada ml e são feitos das mesmas essências, com a diferença que você paga pela comodidade, pela embalagem e principalmente pelas receitas que muitas vezes utilizam uma combinação de várias essências, tornando o produto mais complicado de se fazer em casa.

As essência importadas mais baratas como a TFA possuem um custo médio de R$ 12,00 para cada 10 ml de líquido concentrado enquanto as nacionais me custaram R$ 4,54 por um frasco de 30 ml. 

Se você está com o orçamento apertado é possível fazer seus juices pagando R$ 12,00 para 10 ml de essência importada, produzindo pelo menos 10x ou mais desta quantidade com receitas que usem 10% de essências, resultando em um custo aproximado de R$ 0,17 por ml já contando com a base de Propilenoglicol e Glicerina. Isso já significa uma economia de 83%. São juices de apenas um sabor porém são opções ainda assim com ótimo sabor, mas mesmo que você faça receitas mais complexas, a economia ainda será considerável.

Se você é fumante ou ex-fumante e consumia 1 carteira de cigarros por dia, gastava cerca de R$ 270,00 mensais. Com este valor é possível produzir cerca de 1 litro e meio de juice de um único sabor. Para quem consome cerca 20 ml por dia (o que é uma quantia considerável e talvez você nem consuma tanto) vai ter juices para 2 meses e meio com o equivalente a apenas 1 mês do que gastaria com cigarros.

Se pensarmos em usar essências nacionais a economia aumenta muito, porém devemos levar em consideração que elas apresentaram uma evaporação de 45% em menos 24 horas, podendo ser maior ainda se expostas por mais tempo, coisa que eu sugiro que seja feito pois álcool não é indicado para inalação. Levando isso em conta temos aproximadamente 16 ml efetivos de um frasco de 30 ml, o que percentualmente ainda é uma economia considerável representando apenas 25% do valor das importadas, mas não tanto quanto a promessa inicial.

Testando receitas


Para comparar o sabor das essências fiz 10 ml de um juice single flavor utilizando 10% de Hazelnut TFA com 50% PG e 50% VG e o mesmo blend utilizando 10% de Avelã da Arcolor. Também fiz uma receita combinando duas essências da Arcolor, uma de chocolate a 10% e outra de amêndoa também a 10% com o mesmo blend de 50% PG e 50% VG. Nesta receita utilizei propositalmente um percentual maior de essências totalizando 20% porque se elas fossem mais fracas que a importada, queria me certificar que optar por utilizar uma concentração maior poderia equilibrar as coisas.

Todos os juices foram feitos sem nicotina.

Devo mencionar que não fiz o processo de evaporação nas essências nacionais, quis fazer um teste com elas saindo diretamente do frasco, sem nenhum processo específico, para comparar todas sob a mesma ótica.

Preparei utilizando luvas, seringas de vidro e em ambiente limpo para evitar contaminação e alteração no sabor. Como sempre faço, optei por frascos âmbar que protegem melhor contra a luz.

Mantive os frascos em local fechado durante todo o período de maturação, sacudindo sempre que possível sem abri-los, exceto para as diversas provas que fiz. Esse é o método que utilizo para maturar todos os meus juices, para mim nada substitui o tempo e considero impossível apressar a maturação sem perder algo no processo.

O setup para a prova


Utilizei um dripper Velocity V2 e instalei um setup de dual coils de Kanthal A1 triplamente trançadas, resultando em 0.30 ohms. Utilizei 60 watts de potência com pre-heat de 70 watts por 1 segundo. O algodão utilizado foi Cotton Bacon wickado no estilo Scottish Roll, sendo trocado sempre que necessário.

A prova shake and vape


Muitas receitas são “shake and vape”, o que significa que podem ser vaporadas imediatamente após a produção do juice. Obviamente que qualquer juice pode ser provado logo após sua preparação, mas muitas receitas precisam de tempo para maturar e realçar seu sabor. Como já utilizei Hazelnut eu sei que ela precisa de pelo menos 10 dias para aflorar, 20 para realmente ficar boa, mas como estava curioso para provar as essências nacionais, experimentei todos os líquidos logo após misturar.

No caso do juice de avelã da Arcolor o aroma possui a influência do álcool o que contribuiu para ficar parecendo mais um licor doce do que uma avelã. Apesar do aroma, o sabor não acompanha muito e é um doce indefinido com um final de adoçante sintético. É um sabor diferente, realçado pelo tom etílico, não chega a ser ruim, só um pouco estranho.

Eu confesso que não queria provar o juice de chocolate com amêndoa da Arcolor. O aroma ficou muito forte, enjoativo, realmente lembra esmalte e infelizmente isso é transmitido para o sabor, que ficou muito químico. Ao vaporar a receita com 20% de essência, o que significa que havia o dobro de álcool no líquido, a coisa toda foi um pouco pior do que ficar cheirando e me deu uma considerável tontura, não recomendo.

Já a essência da TFA possui um sabor mais presente logo de início, as notas são mais definidas e é possível sentir inclusive um fundo tostado e seco do “nutty”, definitivamente mais complexo e presente do que da Arcolor e muito mais similar à avelã, mas com alguns toques extras além do fruto.

Ambos os juices de avelã ainda estão com aquele sabor de PG e VG, quem faz os juices sabe do que estou falando e isso é absolutamente normal, agora o juice de chocolate e amêndoa por ter o dobro de concentração passou por cima de qualquer influência dos insumos, só que o sabor que ele entrega não é muito agradável.

Maturação e prova – 24 horas


Com 24 horas após a mistura não há muita diferença nos líquidos, ambos os juices de avelã ainda com gosto de juice novo enquanto o chocolate com amêndoa continua enjoativo.

Marquei a próxima prova para 5 dias e nela espero ver algumas mudanças, continuarei agitando os frascos algumas vezes por dia e mantendo-os fechados.

Maturação e prova – 5 dias


Aqui as coisas começam a evoluir.

O aroma do juice de avelã da Arcolor ficou um pouco mais açucarado, mas ainda não entrega o sabor da expectativa que ele gera, inclusive parece que perdeu um pouco da força desde que foi misturado, cuja sensação é de que foi diluído.

O juice feito com a avelã da TFA tem notas bem mais tostadas e características do “nutty”, tanto no aroma quando no sabor, lembrando a avelã que ele deveria representar.

Talvez a questão não seja exatamente a TFA ganhar e sim a Arcolor perder, mas há um distanciamento de qualidade entra as duas, sendo nítida a evolução maior na receita com TFA.

Infelizmente o de chocolate com amêndoas da Arcolor não apresentou melhora, se tem uma coisa que aprendi é que a maturação desenvolve o sabor dos juices, mas não faz milagres. Não consigo imaginar que um dia isso fique vaporável.

Ambos os de avelã ainda tem um longo caminho pela frente, vamos ver o que o futuro nos reserva, exceto para o de chocolate com amêndoas que eu já me convenci que prová-lo será uma tarefa desagradável até o final.

Maturação e prova – 10 dias


Com 10 dias já considero que o juice da TFA está oficialmente vaporável, o sabor ficou mais encorpado e não consigo perceber nenhum resquício da influência de sabor do PG e do VG, típico de juice recém feito. As notas de base e notas altas estão mais definidas e presentes, tomou forma e ainda está em franca expansão.

A avelã da Arcolor quase não mudou, com uma leve melhora no doce, mas com um aroma muito mais sugestivo do que o sabor. Está muito mais para um fraco licor de chocolate do que para avelã.

Provar o chocolate com amêndoa só mostra que eu às vezes me dedico demais à esse site, parece que piorou, a coisa toda fermentou de um jeito que talvez eu preferisse ter uma unha arrancada ou levar um chute nos ovos ao invés de vaporar um tank inteiro disso.

Maturação e prova – 20 dias


Mesmo que ainda haja espaço para melhora, considero que a evolução da receita da TFA atingiu seu ápice. O sabor é cheio, encorpado, com notas cristalinas de “nutty” seco e tostado, sem nenhuma influência das bases de PG ou VG e com um final um pouco amanteigado. O vapor é condizente com o blend de 50/50 e é o que eu esperava de um bom juice de avelã, mesmo que seja de uma essência só.

Já o juice com a Arcolor nada se assemelha com a avelã, mais próximo de um licor de cacau, mas com sabor diluído. O aroma gera muito mais expectativa do que o juice entrega, se transformando em um doce genérico, sem muito impacto e quase indefinido. Ainda sinto influência de sabor dos insumos como se a essência não tivesse força suficiente para sobrepujar o PG e o VG. Não é um sabor ruim, mas não tem muito a ver com a coisa que ele deveria representar e eu literalmente só vaporaria este líquido se eu absolutamente não tivesse outra coisa para vaporar no lugar.

No caso do chocolate com amêndoas eu posso jurar que escutei até a pia da minha cozinha reclamando quando joguei o juice fora, ninguém merece vaporar aquilo, é enjoativo, tem gosto de esmalte doce, a presença do álcool domina a coisa toda e me dá tontura.

Conclusão


O vapor é muito relativo pois envolve vários sentidos ao mesmo tempo e a percepção de cada um varia, tentei ser o mais objetivo possível e espero que este artigo lhe ajude a entender um pouco mais sobre o assunto.

Ao meu ver a essência de avelã da Arcolor não é ruim, mas não chega a ser nem próxima de recomendável, ela é passável. Há uma grande diferença de qualidade quando levamos em conta que ambas deveriam imitar o sabor de avelã. É como comparar alguma marca famosa de chocolate com um fábrica local, cujo sabor de gordura hidrogenada e a presença de muito menos cacau é bem perceptível.

Não vou nem entrar no mérito do juice de chocolate com amêndoa.

Simplesmente não consigo achar um motivo para se utilizar as essências nacionais, pelo contrário, só encontrei razões para sugerir que elas sejam evitadas. O sabor é bem inferior e não condiz com o que deveria representar, a presença do álcool na composição é em quantidade considerável e preocupante apresentando perda de 45% do líquido após evaporação em menos de 24 horas, o que também representa um custo/benefício muito menos atrativo, nem a disponibilidade torna-se um diferencial devido à quantidade de opções que temos atualmente em sites especializados que estão a um sedex de distância.

Se você insistir em utilizar as essências nacionais por algum desejo sadomasoquista ou por um falso senso de economia descabida, pelo menos deixe os frascos abertos por no mínimo 24 horas para eliminar o máximo possível de álcool da composição e tornar os líquidos menos prejudiciais. 

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